sábado, 2 de maio de 2020

Comandos Importantes Linux











Tabelas de comandos para o terminal Linux


Para facilitar o uso do terminal elaboramos para você algumas tabelas que reúnem os comandos mais utilizados.

Comandos básicos


Manipulando arquivos e diretórios


Data e Hora


Informações gerais


Desligar ou reiniciar o sistema


Gerenciar usuários


Permissões


Montar e desmontar dispositivos


Compactação e descompactação


Processos


Rede e downloads


Multimídia


Visualizar textos


Editar e filtrar textos


Procurar arquivos e diretórios


Gerenciar pacotes






Aprenda já a instalar o novo Ubuntu 20.04 LTS (Focal Fossa)

Tal como informamos ontem, o novo Ubuntu 20.04 LTS (Focal Fossa), versão final, já está disponível para todos. O sistema da Canonical é uma das distribuições Linux mais populares do mundo e está agora mais requintado.
Esta é uma versão LTS (” long-term support”), ou seja, tem 5 anos de atualizações no que diz respeito a segurança, correções críticas e atualizações de software selecionadas pela Canonical. Aprendam como instalar.
Aprenda a instalar já o novo Ubuntu 20.04 LTS (Focal Fossa)

A forma mais simples de experimentar o novo Ubuntu é através da Virtualização. Para isso vamos recorrer ao novo Virtualbox.

Como instalar o novo

Passo 1) Após inicializar o instalador do Ubuntu, escolham o idioma e a opção “Install Ubuntu”.
Aprenda a instalar já o novo Ubuntu 20.04 LTS (Focal Fossa)
Passo 2) Em seguida escolham o layout do teclado.
Aprenda a instalar já o novo Ubuntu 20.04 LTS (Focal Fossa)
Passo 3) Vamos agora indicar que pretendemos uma Instalação normal e que pretendemos que sejam transferidas atualizações enquanto se procede à instalação do Ubuntu.

Passo 4) Como vamos fazer instalação do zero, vamos indicar que pretendemos “Erase disk and Install Ubuntu“.

Passo 5) No próximo passo indiquem qual a localização…

Passo 6) Quase a terminar indiquem o vosso nome, nome do computador e escolham as credenciais de acesso.

E está feito! Agora é só aguardarem uns minutos até que o sistema seja instalado. No nosso caso demorou menos de 10 minutos.

E está feito!

Principais destaques desta versão

  • Linux 5.4 (Suporte para Wireguard VPN)
  • Melhor suporte para hardware  IBM, Intel, Raspberry Pi e AMD
  • Melhoria no suporte à instalação do ZFS
  • OEM logo displayed during boot
  • GNOME Shell 3.36
  • Melhorias ao nível da desempenho
  • Novo Lock screen
  • Modo “Do not disturb”
  • Tema “DarK”
  • entre outras novidades – ver aqui.

domingo, 16 de agosto de 2015

Comandos para monitoramento e diagnósticos para sistemas Linux.

Comandos para monitoramento e diagnósticos para sistemas Linux. 

Verificar informações da CPU 

# cat /proc/cpuinfo

 
Verificar informações do sistema de arquivos 

# file -sL /dev/sda

# file -sL /dev/sda1

# file -sL /dev/sda2 ...

 

Verificar informações do kernel 

uname -r

 

Verificar informações da memória 

free -h

 

Verificar informações do particionamento

lsblk

ou

cfdisk -Ps

 

Verificar informações de rede

ifconfig

 

Verificar informações do HD

# df -h

 

Diagnostico Rapido do HD no partição sda5

#smartctl -H /dev/sda5

 

Informações resumida do disco

#smartctl -i /dev/sda5

 

Informações do disco resumida completa

#smartctl -a /dev/sda5

 

Mostra a quantidade de memória RAM disponível

#free

 

Mostra a quantas horas a estação está está  up

#uptime

 

Mostra quem, está logado no sistema

#w ou who

 

Verificar um beve histórico dos último usuários conectados

#last

 

Mostra o diretório em que você está

#pwd

 

Exibe a lista dos processos

#top

 

Mostra informações do sistema operacional e do computador

#uname -a

 

Mostra o PID do shell atual

#echo $$

 

Criar e extrair um pacote tar

#tar -cpvf pct.tar /dir_alvo_01/dir_alvo_02/

#tar -xpvf pct.tar

 

Compacta e descompacta arquivos utilizando Zip com senha no nivel 9

#zip -9ve arq_zip arq_alvo

#unzip arq_zip

 

Formatar um Pen Drive com VFAT (considerando que o pen drive está em /sdb1)

*Antes da formatação, não esquecer de realizar a desmontagem da unidade com: umount /dev/sdb1

#mkfs.vfat /dev/sdb1

 

Formatar um Pen Drive com Ext3

#mkfs.ext3 /dev/sdb1

 

Formatar um Pen Drive com FAT

#mkdosfs /dev/sdb1

 

Formatar um Pen Drive com VFAT com o nome "Pen_Drive"

#mkfs.vfat -n "Pen_Drive" /dev/sdb1

 

Criar um arquivo de 10M

# dd if=/dev/zero of=arq bs=10485760 count=1

 

Comando para procurar conteúdo dentro de arquivos

# grep -R -H -i "palavra" local

Exemplo: #grep -R -H -i "root" /etc/shadow

 

Verificar conteúdos de arquivos eliminando os comentários e as linhas em branco. Neste caso do arquivo “/etc/network/interfaces”

#cat /etc/network/interfaces | egrep -v "^#|^$"|nl

 

Formato para adicionar ao nome de arquivos os parametros de data e hora

date "+%y-%m-%D-%H:%M"

 

Mostra as informações das variáveis de localização

#locale

 

Mostra o resultado "exit status" após a utilização de um comando

echo $?

 

Forma temporário para bloquear usuários para a realização de login

touch /etc/nologin

 

Iniciar o Apache

apachectl start

 

Comando para reiniciar o apache sem fechar as conexões atuais

#apachectl graceful

 

Carregar o Apache na inicialização do sistema (runlevel: 2,3,4 e 5)

# chkconfig --level 2345 apache2 on

 

Lista quais serviços e o estado (on/off) de inicialização em cada run level

#chkconfig -l

 

Realizar a impressão do documento "texto.txt" para a impressora default uma única vez.

cat texto.txtr | lpr #1

 

Realizar a impressão do documento "texto.txt" para a impressora default 03 (três) vezes.

cat texto.txtr | lpr #3

 

Finalizar todas impressões na fila

lprm -a all

 

Arquivo para desabilitar usuários para utilização do serviço ftp

/etc/ftpusers

 

Arquivo que contem a mensagem mostrada ao usuário após o login

/etc/motd

 

Enviar mensagem para terminis logados

wall arq.txt

 

Remover pacotes no Debian

dpkg -r pacote

 

Remover pacotes no Debian e os arquivos de configuração

dpkg -P pacote

 

Backup da MBR

dd if=/dev/sda of=sda.mbr bs=512 count=1

 

Acesso via SSH pelo shell com usuário rodrigo senha 123456 na máquina 192.168.0.1

# ssh rodrigo@192.168.0.1 

 

Acesso via RDP pelo shell com usuário rodrigo senha 123456 na máquina 192.168.0.1

# rdesktop -u rodrigo -p 123456 192.168.0.1:1000 -g 800x600

 

Copiar via SCP o arquivo "linux-3.10.tar.xz" para o diretório home do usuário "rodrigo" na máquina "192.168.0.1"

scp linux-3.10.tar.xz rodrigo@192.168.0.1:~

 

Copia do arquivo "texto.txt" via SCP para a máquina 192.168.0.1 no home do usuário rodrigo.

# scp texto.txt rodrigo@ 192.168.0.1:~

 

Copia do arquivo "index.html" via SCP para a máquina 192.168.0.1 no diretório "/var/www".

# scp index.html root@ 192.168.0.1:/var/www

 

Reinicialização programada.

shutdown -r 12:00 "Sistema vai ser reiniciado às 12:00 horas"

 

Mostra numeração em uma sessão com o editor vi.

vi +":se nu"

 

Listar as informações do módulo.

# modinfo hid

 

Localização dos módulos, onde "kernel" é a versão do kernel atual.

# /lib/modules//kernel/drivers/

 

Listar componentes reconhecidos pelo Kernel.

# dmesg

# lspci

 

Verificar os módulos carregados em memória.

#lsmod

 

Criar lista de dependencias dos módulos.

#depmod -a

 

Carregar um módulo na memória.

#modprobe "modulo"

 

Instalar um módulo (sem dependencias).

#insmod

 

Remover um módulo (sem dependencias).

#rmmod

 

Desabilita o carregamento de um módulo pelo kernel.

#modprobe -k

ou

#modprobe --autoclean

 


Conversão de áudio ogg para mp3

# ffmpeg -i audio.ogg audio.mp3

Espero que essa postagem seja útil.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Resolver erro ao montar partição NTFS dual boot Linux com Windows 8/10.

Ao tentar montar uma partição Windows 8/10 pelo linux, volta o seguinte erro:

Metadata kept in Windows cache, refused to mount.
Failed to mount '/dev/sda4': Operation not permitted
The NTFS partition is in an unsafe state. Please resume and shutdown
Windows fully (no hibernation or fast restarting), or mount the volume
read-only with the 'ro' mount option.

Isso acontece por conta da hibernação que vem habilitado por padrão para que o sistema seja iniciado com rapidez.

Mas na verdade não é só a hibernação, é o início rápido do Windows 8 que precisa ser desativado. Quando você desliga o Windows 8, o kernel é salvo no HD junto com informações da sessão, para que o sistema inicie rapidamente da próxima vez. Porém a partição continua marcada como em uso. Na verdade, é perigoso montar a partição do Windows quando ele está hibernado. O Ubuntu percebe que a partição está desse jeito e se recusa a montá-la. Você pode forçar montá-la em modo somente leitura, mas mesmo assim há algumas pessoas reportando erros desse jeito. O que você pode fazer é desativar esse modo de desligamento.

A solução que testei e aprovei, é iniciar o Windows 8/10, abrir o Prompt de Comando, em Menu Iniciar, digite CMD, com botão direito, abra como Administrador, e digite:

powercfg -h off

Após feito isso, reinicie e faça o login no Linux, agora você poderá ter acesso normalmente as suas partições NTFS.

Fácil né! Espero ajudar muitos Linuxers com essa dica.



Como recuperar o GRUB em 3 comandos

Como recuperar o GRUB em 3 comandos - Esse funciona!

Um dos acontecimentos mais frequentes com os usuários de dual boot é a "perca" do Grub. Um usuário tem dois sistemas operacionais, Windows e Ubuntu, por exemplo. Isso acontece quando você precisa, por exemplo, formatar seu velho e defeituoso Windows, que ao ser reinstalado apaga a MBR, local onde é guardada informações do disco como ordem de boot, partições etc.

O nosso GRUB fica localizado na MBR, então para recuperá-lo de forma simples e fácil siga as instruções a seguir:

Você vai precisar de um CD-Live (no meu caso utilizei a versão 9.04 do Ubuntu).

Depois de carregado o Live-CD, entre no seu terminal e digite os comandos a seguir:

1. Verificando a partição referente ao seu GNU/LINUX:

$ sudo fdisk -l

(caso esteja utilizando outro SO que não o Ubuntu, faça o login como ROOT)

2. Vamos montar o seu sistema de arquivos na sua partição GNU/Linux no diretório /mnt.

$ sudo mount -t ext4 /dev/sda6 /mnt

Neste caso o meu sistema de arquivos é EXT4 e a minha partição Linux é a sda6, troque esses campos conforme a sua configuração.

3. Instalação do Grub:

$ sudo grub-install --root-directory=/mnt /dev/sda

Fim. Fácil não?

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Entendendo a estrutura de diretórios do Linux.



O primeiro choque para quem está vindo do Windows é a estrutura de diretórios do Linux, que não lembra em nada o que temos no Windows. Basicamente, no Windows temos os arquivos do sistema concentrados nas pastas Windows e Arquivos de programas e você pode criar e organizar suas pastas da forma que quiser.

No Linux é basicamente o contrário. O diretório raiz está tomado pelas pastas do sistema e espera-se que você armazene seus arquivos pessoais dentro da sua pasta no diretório /home.

Mas, as diferenças não param por aí. Para onde vão os programas que são instalados se não existe uma pasta central como a arquivos de programas? E para onde vão os arquivos de configuração se o Linux não possui nada semelhante ao registro do Windows?

A primeira coisa com que você precisa se habituar é que no Linux os discos e partições não aparecem necessariamente como unidades diferentes, como o C:, D:, E: do Windows. Tudo faz parte de um único diretório, chamado diretório raiz.

Dentro deste diretório temos não apenas todas as partições de disco, mas também o CD-ROM, drive de disquete e outros dispositivos.

Abrindo o Konqueror, você verá um estrutura como esta:


O diretório /bin armazena os executáveis de alguns comandos básicos do sistema, como o su, tar, cat, rm, pwd, etc. Geralmente isto soma de 5 a 7 MB, pouca coisa. O grosso dos programas ficam instalados dentro do diretório /usr (de "user"). Este é de longe o diretório com mais arquivos em qualquer distribuição Linux, pois é aqui que ficam os executáveis e bibliotecas de todos os principais programas. A pasta /usr/bin (bin de binário) por exemplo armazena cerca de 2.000 programas e atalhos para programas numa instalação típica do Mandrake. Se você tiver que chutar em que pasta está o executável de um programa qualquer, o melhor chute seria justamente a pasta /usr/bin :-).

Outro diretório populado é o /usr/lib, onde ficam armazenadas bibliotecas usadas pelos programas. As funções destas bibliotecas lembram um pouco a dos arquivos .dll no Windows. As bibliotecas com extensão .a são bibliotecas extáticas, enquanto as terminadas em .so.versão (xxx.so.1, yyy.so.3, etc.) são bibliotecas compartilhadas, usadas por vários programas e necessárias para instalar programas distribuídos em código fonte (os famosos arquivos .tar.gz, que veremos adiante).

Subindo de novo, a pasta /boot armazena (como era de se esperar) o Kernel e alguns arquivos usados pelo Lilo (ou grub, dependendo de qual você tiver instalado), que são carregados na fase inicial do boot. Estes arquivos são pequenos, geralmente ocupam menos de 5 MB. Versões antigas do Red Hat e de outras distribuições criam por default uma partição separada para o diretório /boot de cerca de 30 MB, posicionada no início do disco para evitar o limite de 1024 cilindros do Lilo. Isto não é necessário hoje em dia, pois nas versões atuais do Lilo este limite não existe mais. Apesar disso, alguns usuários preferem manter o /boot numa partição separada por questões de segurança. Assim, é possível os arquivos para se carregar automaticamente durante o boot. Quando se fala em particionamento, as possibilidades são muitas, existem até listas de discussão dedicadas exclusivamente ao assunto. Afinal, talvez usar o sistema de arquivos xxx na partição yyy possa melhorar em 0,0003% o desempenho do sistema... Tem gente que realmente se prende aos detalhes. :-)

Logo abaixo temos o diretório /dev, que é de longe o exemplo mais exótico de estrutura de diretório no Linux. Todos os arquivos contidos aqui. Como por exemplo /dev/hda, /dev/dsp, /dev/modem, etc. não são arquivos armazenados no HD, mas sim links para dispositivos de hardware. Por exemplo, todos os arquivos gravados no "arquivo" /dev/dsp serão reproduzidos pela placa de som, enquanto o "arquivo" /dev/ttyS0 contém os dados enviados pelo mouse (ou outro dispositivo conectado na porta serial 1). Esta organização visa facilitar a vida dos programadores, que podem acessar o Hardware do micro simplesmente fazendo seus programas lerem e gravarem em arquivos. Não é preciso nenhum comando esdrúxulo para tocar um arquivo em Wav, basta "copiá-lo" para o arquivo /dev/dsp, o resto do trabalho é feito pelo Kernel. O mesmo se aplica ao enviar um arquivo pela rede, ler as teclas do teclado ou os clicks do mouse e assim por diante.

O diretório /etc concentra os arquivos de configuração do sistema, substituindo de certa forma o registro do Windows. A vantagem é que enquanto o registro é uma espécie de caixa preta, os scripts do diretório /etc são desenvolvidos justamente para facilitar a edição manual. É verdade que na maioria dos casos isto não é necessário, graças aos inúmeros utilitários, mas a possibilidade continua aí. Os arquivos recebem o nome dos programas seguidos geralmente da extensão .conf. Por exemplo, o arquivo de configuração do serviço de dhcp é o dhcpd.conf, enquanto o do servidor proftp é o proftpd.conf. Claro, ao contrário do registro os arquivos do /etc não se corrompem sozinhos e é fácil fazer cópias de segurança caso necessário...

O diretório /mnt (de "mount") recebe este nome justamente por servir de ponto de montagem para o CD-ROM (/mnt/cdrom), drive de disquetes (/mnt/floppy), drives Zip e outros dispositivos de armazenamento. O uso do diretório /mnt é apenas uma convenção. Você pode alterar o ponto de montagem do CD-ROM para /CD, ou qualquer outro lugar se quiser.

Nada impede que você crie mais pastas no diretório raiz para armazenar seus arquivos. Apesar de ser recomendável em termos de organização e segurança, você não é obrigado a concentrar seus arquivos dentro do seu diretório de usuário. Nada impede que você logue-se como root, crie uma pasta /MP3, abra o menu de permissões para que seu login de usuário tenha permissão para acessá-la e a utilize para guardar suas músicas, por exemplo.

Fonte: GHD

sexta-feira, 4 de março de 2011

Rode e instale distribuições Linux através de um pen drive.

Você caro amigo que utiliza o Windows no seu computador mais sempre teve vontade de experimentar Linux sem se preocupar com grandes divagações técnicas, como dual-boots e termos afins?

Se a resposta for afirmativa, então procure por LiLi (Linux Live USB Creator). Esta aplicação permite instalar, caso queira, ou apenas iniciar em cinco passos um sistema completo e funcional de Linux, a partir de um pen drive, e sem alterar nada no Windows.

Em complemento, ao utilizar o software de virtualização VirtualBox, o LiLi possibilita a utilização do Linux no próprio Windows, sendo que suporta diversas distribuições conhecidas como Ubuntu, Kubuntu, Fedora ou Mint.

Faça o download livre do LiLi USB Creator em: http://www.linuxliveusb.com/

Além de toda mobilidade oferecida pelos sistemas bootáveis via USB, no Linux ainda temos a vantagem de criar versões live no pendrive, que nos permitem utilizar o Linux em qualquer micro sem necessidade de qualquer tipo de instalação física, apenas plugando o pendrive na máquina.

Outra dica para Linux bootável pela porta USB através de um pen drive....

Algumas distribuições Linux como o Fedora possuem o seu próprio programa de criação de discos bootáveis como o Fedora USB Creator ou o Ubuntu Creator. A desvantagem ou vantagem neste caso é que o aplicativo Fedora permite criar sistemas bootáveis no Windows e o aplicativo Ubuntu roda somente no próprio Ubuntu.

Outra opção que permite criar usbs bootáveis a partir de qualquer distribuição Linux é o aplicativo Unetbootin, que pode criar discos tanto através do Linux, quanto do Windows, basta fazer o download da versão desejada.

Rode o programa, escolha qual distribuição Linux deseja criar um boot, indique a ISO ou o cd de instalação da mesma e aproveite a viagem.

Espero que com essa dica possam aproximar mais curiosos e sem medo para o mundo Linux.