# cat /proc/cpuinfo
# file -sL /dev/sda
# file -sL /dev/sda1
# file -sL /dev/sda2 ...
uname -r
free -h
Ao tentar montar uma partição Windows 8/10 pelo linux, volta o seguinte erro:
Metadata kept in Windows cache, refused to mount.
Failed to mount '/dev/sda4': Operation not permitted
The NTFS partition is in an unsafe state. Please resume and shutdown
Windows fully (no hibernation or fast restarting), or mount the volume
read-only with the 'ro' mount option.
Isso acontece por conta da hibernação que vem habilitado por padrão para que o sistema seja iniciado com rapidez.
Mas na verdade não é só a hibernação, é o início rápido do Windows 8 que precisa ser desativado. Quando você desliga o Windows 8, o kernel é salvo no HD junto com informações da sessão, para que o sistema inicie rapidamente da próxima vez. Porém a partição continua marcada como em uso. Na verdade, é perigoso montar a partição do Windows quando ele está hibernado. O Ubuntu percebe que a partição está desse jeito e se recusa a montá-la. Você pode forçar montá-la em modo somente leitura, mas mesmo assim há algumas pessoas reportando erros desse jeito. O que você pode fazer é desativar esse modo de desligamento.
A solução que testei e aprovei, é iniciar o Windows 8/10, abrir o Prompt de Comando, em Menu Iniciar, digite CMD, com botão direito, abra como Administrador, e digite:
powercfg -h off
Após feito isso, reinicie e faça o login no Linux, agora você poderá ter acesso normalmente as suas partições NTFS.
Fácil né! Espero ajudar muitos Linuxers com essa dica.

No Linux é basicamente o contrário. O diretório raiz está tomado pelas pastas do sistema e espera-se que você armazene seus arquivos pessoais dentro da sua pasta no diretório /home.
Mas, as diferenças não param por aí. Para onde vão os programas que são instalados se não existe uma pasta central como a arquivos de programas? E para onde vão os arquivos de configuração se o Linux não possui nada semelhante ao registro do Windows?
A primeira coisa com que você precisa se habituar é que no Linux os discos e partições não aparecem necessariamente como unidades diferentes, como o C:, D:, E: do Windows. Tudo faz parte de um único diretório, chamado diretório raiz.
Dentro deste diretório temos não apenas todas as partições de disco, mas também o CD-ROM, drive de disquete e outros dispositivos.
Abrindo o Konqueror, você verá um estrutura como esta:
O diretório /bin armazena os executáveis de alguns comandos básicos do sistema, como o su, tar, cat, rm, pwd, etc. Geralmente isto soma de 5 a 7 MB, pouca coisa. O grosso dos programas ficam instalados dentro do diretório /usr (de "user"). Este é de longe o diretório com mais arquivos em qualquer distribuição Linux, pois é aqui que ficam os executáveis e bibliotecas de todos os principais programas. A pasta /usr/bin (bin de binário) por exemplo armazena cerca de 2.000 programas e atalhos para programas numa instalação típica do Mandrake. Se você tiver que chutar em que pasta está o executável de um programa qualquer, o melhor chute seria justamente a pasta /usr/bin :-).
Outro diretório populado é o /usr/lib, onde ficam armazenadas bibliotecas usadas pelos programas. As funções destas bibliotecas lembram um pouco a dos arquivos .dll no Windows. As bibliotecas com extensão .a são bibliotecas extáticas, enquanto as terminadas em .so.versão (xxx.so.1, yyy.so.3, etc.) são bibliotecas compartilhadas, usadas por vários programas e necessárias para instalar programas distribuídos em código fonte (os famosos arquivos .tar.gz, que veremos adiante).
Subindo de novo, a pasta /boot armazena (como era de se esperar) o Kernel e alguns arquivos usados pelo Lilo (ou grub, dependendo de qual você tiver instalado), que são carregados na fase inicial do boot. Estes arquivos são pequenos, geralmente ocupam menos de 5 MB. Versões antigas do Red Hat e de outras distribuições criam por default uma partição separada para o diretório /boot de cerca de 30 MB, posicionada no início do disco para evitar o limite de 1024 cilindros do Lilo. Isto não é necessário hoje em dia, pois nas versões atuais do Lilo este limite não existe mais. Apesar disso, alguns usuários preferem manter o /boot numa partição separada por questões de segurança. Assim, é possível os arquivos para se carregar automaticamente durante o boot. Quando se fala em particionamento, as possibilidades são muitas, existem até listas de discussão dedicadas exclusivamente ao assunto. Afinal, talvez usar o sistema de arquivos xxx na partição yyy possa melhorar em 0,0003% o desempenho do sistema... Tem gente que realmente se prende aos detalhes. :-)
Logo abaixo temos o diretório /dev, que é de longe o exemplo mais exótico de estrutura de diretório no Linux. Todos os arquivos contidos aqui. Como por exemplo /dev/hda, /dev/dsp, /dev/modem, etc. não são arquivos armazenados no HD, mas sim links para dispositivos de hardware. Por exemplo, todos os arquivos gravados no "arquivo" /dev/dsp serão reproduzidos pela placa de som, enquanto o "arquivo" /dev/ttyS0 contém os dados enviados pelo mouse (ou outro dispositivo conectado na porta serial 1). Esta organização visa facilitar a vida dos programadores, que podem acessar o Hardware do micro simplesmente fazendo seus programas lerem e gravarem em arquivos. Não é preciso nenhum comando esdrúxulo para tocar um arquivo em Wav, basta "copiá-lo" para o arquivo /dev/dsp, o resto do trabalho é feito pelo Kernel. O mesmo se aplica ao enviar um arquivo pela rede, ler as teclas do teclado ou os clicks do mouse e assim por diante.
O diretório /etc concentra os arquivos de configuração do sistema, substituindo de certa forma o registro do Windows. A vantagem é que enquanto o registro é uma espécie de caixa preta, os scripts do diretório /etc são desenvolvidos justamente para facilitar a edição manual. É verdade que na maioria dos casos isto não é necessário, graças aos inúmeros utilitários, mas a possibilidade continua aí. Os arquivos recebem o nome dos programas seguidos geralmente da extensão .conf. Por exemplo, o arquivo de configuração do serviço de dhcp é o dhcpd.conf, enquanto o do servidor proftp é o proftpd.conf. Claro, ao contrário do registro os arquivos do /etc não se corrompem sozinhos e é fácil fazer cópias de segurança caso necessário...
O diretório /mnt (de "mount") recebe este nome justamente por servir de ponto de montagem para o CD-ROM (/mnt/cdrom), drive de disquetes (/mnt/floppy), drives Zip e outros dispositivos de armazenamento. O uso do diretório /mnt é apenas uma convenção. Você pode alterar o ponto de montagem do CD-ROM para /CD, ou qualquer outro lugar se quiser.
Nada impede que você crie mais pastas no diretório raiz para armazenar seus arquivos. Apesar de ser recomendável em termos de organização e segurança, você não é obrigado a concentrar seus arquivos dentro do seu diretório de usuário. Nada impede que você logue-se como root, crie uma pasta /MP3, abra o menu de permissões para que seu login de usuário tenha permissão para acessá-la e a utilize para guardar suas músicas, por exemplo.
Fonte: GHD
Você caro amigo que utiliza o Windows no seu computador mais sempre teve vontade de experimentar Linux sem se preocupar com grandes divagações técnicas, como dual-boots e termos afins? Se a resposta for afirmativa, então procure por LiLi (Linux Live USB Creator). Esta aplicação permite instalar, caso queira, ou apenas iniciar em cinco passos um sistema completo e funcional de Linux, a partir de um pen drive, e sem alterar nada no Windows.
Em complemento, ao utilizar o software de virtualização VirtualBox, o LiLi possibilita a utilização do Linux no próprio Windows, sendo que suporta diversas distribuições conhecidas como Ubuntu, Kubuntu, Fedora ou Mint.
Faça o download livre do LiLi USB Creator em: http://www.linuxliveusb.com/Além de toda mobilidade oferecida pelos sistemas bootáveis via USB, no Linux ainda temos a vantagem de criar versões live no pendrive, que nos permitem utilizar o Linux em qualquer micro sem necessidade de qualquer tipo de instalação física, apenas plugando o pendrive na máquina.
Outra dica para Linux bootável pela porta USB através de um pen drive....
Outra opção que permite criar usbs bootáveis a partir de qualquer distribuição Linux é o aplicativo Unetbootin, que pode criar discos tanto através do Linux, quanto do Windows, basta fazer o download da versão desejada.
Rode o programa, escolha qual distribuição Linux deseja criar um boot, indique a ISO ou o cd de instalação da mesma e aproveite a viagem.
Espero que com essa dica possam aproximar mais curiosos e sem medo para o mundo Linux.
